Jun 18, 2013
2 notes

Believe in the strangler forces
of strongly whispered dialects
as they truly misguide
our North, strengthening south
below our conscience

Feel forced to think chiefly
with unusual patience and caution.
Accept the wind changes
in your then unguarded
love weather, once thought of steady

dim is now the hypothesis
of shielding your own certainties.
Sorrows and extreme joy
may sham to swing
between far from your limits

Apr 29, 2013
0 notes

É apenas possível, agora,

trocar os movimentos vãos

que descrevi por

uma qualquer réstia de

adubo para tintas escuras

e outras cinco linhas

que ainda não existem,

desculpada a caneta ou mesmo eu.

Dec 28, 2012
0 notes

Meio país nunca foi tão pouco em força nem tão forte por o ser, assim, uma metade quase tão grande quanto o todo.

Dec 9, 2012
3 notes

Ode de ódio ao hipócrita apático

Não consigo parar de rebobinar

A conjuntura do inútil

Tenho o amanhã numa simples folha

E um pensamento a evita-la

Porque é demasiado, inútil

   

Não sei não saber

Que a terra caia se não entendo

   

Mas que sou eu?

Uma máquina de carne e osso

Em que malucos teorizam

A prática que querem ver

Mexer, sem objectivo nem rumo

     

Demasiado materialista e indeciso

Uma máquina de mudar o Norte

O inverso do invertido que não volta a si.

Os versos demasiado longos

E curtos,

Curto

E

Mais

Cur

to

Saber é não olhar para o fim a meio

     

Fumo e adoeço

E sinto-me mal

Cambaleio e fumo mais

Porque estar de saúde não é

Um prazer só por si

Assim como saber é só para os outros

Não saberem nada. Missão cumprida

O mundo é um acidente

Que demasiado pensa por demasiado

Ser mais fit e moderno que pouco

E abdicar é ser louvado

Esforço demorado vale mais

Que o visto imediato

Porque ele é bom aluno

Porque ele é bom rapaz

E ela? Ma-ra-vi-(ri)-lha

Incultos sem mercê

Fechados entre um livro espalmado

E a bola do outro lado da cara

Lá andam, a salvar-se uns aos outros

Louvável, miraculoso. Nada!

Não sei se serei mais, é facto

Mas sou para mim por inteiro

Que não, não sejam hipócritas,

Há quem não mereça viver

     

Não sou mas queria poder ser

Artista, esse que não pode ser

Menos de muito mais

Que a máquina


Nov 19, 2012
7 notes

Pousa o cansaço sobre o leito

Efémero e gentil suspiro

Na precipitação dos silogismos

Desnecessários à latitude das frentes

Que anseias encontrar a cada passo

Descalço de contrariedades e de infância

   

Os dias que passaram há muito

Apenas foram ao encontro do que és

E o firmamento está agora acima

Residindo aos pés do que andarás

Sempre em frente, mítica maré

Presente no teu só, ente pensamento


Nov 5, 2012
0 notes

Não compadece de incerteza

A falsa ponte que avança

por descer no culminar do tempo

Em choque com a razão

que não funde com o impulso

De querer agarrar o preço

Da curadoria de um espaço

Sem desejo de me pertencer

   

Caramba, que escrever enquanto penso

Nunca foi tão difícil

E é verdadeiramente inoportuna

A sede de o fazer

Por isso “caramba”

   

Repara que parar sempre custou

Ainda mais quando não o deveria fazer

Ou não queira eu formar rio sem cova.

Para regar a materialização do vazio

Tem-se mentes imensas, imensamente juntas,

Apedrejando-se como rebanhos de um cão rafeiro.


Sep 24, 2012
2 notes
Another piece of street photography

Another piece of street photography

Sep 24, 2012
4 notes
Just some street photography. Lisbon

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Sep 24, 2012
9 notes
Alice dos Reis, Verão 2012

Alice dos Reis, Verão 2012

Sep 16, 2012
1 note
Manif 15 de Setembro

Manif 15 de Setembro

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